terça-feira, 23 de setembro de 2014

A nova Lei de Uso e Ocupação de Solo de Campinas

17/09/2014 20h36 - Atualizado em 17/09/2014 21h18

Lei poderá regulamentar construção de moradia popular em áreas nobres

Segundo Secretaria de Planejamento de Campinas, a atual está ultrapassada. 
Previsão é que novo texto seja enviado para a Câmara em junho de 2015. 

Do G1 Campinas e Região
A nova Lei de Uso e Ocupação de Solo de Campinas (SP) pretende regulamentar a construção de moradias populares em regiões consideradas nobres da cidade. A informação foi confirmada pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Fernando Pupo, e pelo prefeito Jonas Donizette (PSB), nesta quarta-feira (17). A previsão é que os trabalhos de revisão da nova legislação sejam concluídos e enviados para a Câmara de Vereadores em junho de 2015 para apreciação. O documento serve para delimitar em todo o município onde podem ser instaladas atividades comerciais, residências, serviços, indústrias, entre outros.
Fernando Pupo, secretário de Planejamento, e o prefeito Jonas Donizette (Foto: Marcello Carvalho/G1)Fernando Pupo, secretário de Planejamento, e
prefeito Jonas Donizette (Foto:Marcello Carvalho/G1)
Segundo Donizette, a ideia de regulamentar a construção de casas populares em regiões de alto poder aquisitivo visa mesclar pessoas de diferentes condições financeiras no mesmo bairro. "O Alphaville, por exemplo, tem muitas pessoas que trabalham lá, ou seja, seria bom que existisse uma moradia popular em um terreno próximo ao condomínio para essas pessoas", afirmou.

Revisão da lei
O secretário considerou ultrapassada a atual Lei de Uso e Ocupação de Solo da cidade e afirmou que o principal critério para as mudanças será a comodidade. Segundo ele, empreendimentos que antigamente incomodavam por conta do barulho, como, por exemplo, gráficas, agora já se modernizaram e não incomodam mais, podendo ser instalados em locais que eram proibidos. Além disso, ele afirmou que a legislação atual possui 54 zoneamentos e a intenção é diminuir esse número. A lei de Campinas é de 1988, mas passou por atualizações.
"A intenção é que não exista zoneamentos tão próximos uns dos outros. Nós vamos conseguir diminuir o número de zoneamentos, mas não temos um número fechado. Atualmente é uma fragmentação enorme que dificulta e cria problemas das pessoas não saberem exatamente onde podem instalar empreendimentos comerciais, por exemplo", disse o secretário.

Enquete
Os estudos para revisão da lei, que norteará também o novo plano diretor de Campinas, será feito em conjunto com a Fundação para a Pesquisa em Arquitetura e Ambiente (Fupan), que é vinculada à Universidade de São Paulo (USP). Além disso, a população poderá participar da elaboração ao responder uma enquete sobre os principais problemas da cidade, que já está disponível no site da administração. O valor do contrato com a Fupan é de R$ 1,6 milhões.

Macrozonas
A nova lei discutirá também a aprovação de oito macrozonas, que também impõem regras de ocupação de solo, além de diretrizes viárias e ambientais. De acordo com Pupo, enquanto a revisão não ficar pronta, nada será definido em relaçao a esses projetos. A única exceção será a macrozona 7, que trata da área do Aeroporto Internacional de Viracopos e deve ser definida antes da conclusão da lei de uso de solo.
Matéria divulgada por :http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2014/09/lei-podera-regulamentar-construcao-de-moradia-popular-em-areas-nobres.html

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Hino Nacional

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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
 
HINO NACIONAL
Parte I
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Parte II
Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Do que a terra, mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
"Nossos bosques têm mais vida",
"Nossa vida" no teu seio "mais amores."
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Atualizado ortograficamente em conformidade com Lei nº 5.765 de 1971, e com
art.3º da Convenção Ortográfica celebrada entre Brasil e Portugal. em 29.12.1943.